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11 de novembro de 2013

Quando estiver tão só

Sim, é só mais um texto repetitivo sobre saudades. E também sobre o tempo. E o passado. E as lembranças. E as pessoas que nos abandonaram, mesmo dizendo que isso nunca aconteceria. E as pessoas que entraram em nossa vida e mudaram tudo, completamente, novamente. E as palavras que pareciam reais no momento em que foram ditas. E as promessas que desaparecem a todo o momento, evaporam. É mais um texto sobre expectativas e frustrações. E os sonhos. E a realidade, a muitas vezes triste e cruel realidade. E a esperança acima de tudo. É sobre os encontros. É sobre quem não conhecemos ainda. É sobre os sentimentos que envolvem tudo isso. É sobre mim. 
Sou um clichê ambulante. Destrua-me ao me surpreender.

4 de outubro de 2013

Pra lembrar quem eu sou, pra salvar o que ainda restou

A verdade é que tento escrever, mas nada descreve nem a milésima parte do que deveria ser realmente dito. São tantos os sentimentos que não é possível nomear nenhum deles, mas é provável que não passe de uma fase. Ou de uma vida inteira.
O nó que estava em minha garganta encontra-se agora no coração. Esse talvez tenha sido sempre o meu grande segredo: nada de coração partido, dilacerado, pisoteado. Meu coração está e provavelmente sempre estará inteiro. Seu único defeito é somente esse nó. O que ainda persiste é a esperança de transformá-lo em um laço.

19 de julho de 2013

O que não é noticiado

(Só peço pra que desconsiderem o fato de tratar-se de uma propaganda da Coca-cola, não estou recebendo nada para divulgá-la)
Porém reconheço que é o que todos nós atualmente precisamos: acreditar. São esses "pequenos-grandes" atos, de amor, loucura, honestidade, gentileza, ou qualquer outro do gênero, que apesar de raros ainda existem e devem nos guiar através de uma vida melhor; uma vida, e consequentemente, um mundo que podemos tornar o melhor possível se tivermos a coragem de realmente fazer a diferença em cada palavra, em cada atitude, por mais simples que ela talvez pareça. 

1 de julho de 2013

Don't you cry tonight


Ei, você! Você mesmo, primeiramente perdão por só lhe escrever agora, não vou ser piegas e dizer que todo esse tempo estive pensando em você, até porque estaria mentindo. A verdade é que na ocasião em que aconteceu eu não tive oportunidade de pensar a respeito do ocorrido, e nunca mais havia me surgido na mente, mas hoje lembrei-me daquele dia em que nos "corredores da vida" você, um completo desconhecido surge e mesmo estando aparentemente com pressa, recita um “oi”, juntamente com um sorriso. Apenas isso, mas que apesar da minha falta de reconhecimento até o momento, foi de extrema importância. Por isso estou aqui agora somente para te agradecer: meus sinceros agradecimentos, estranho.
O mais aceitável é que provavelmente nunca mais te encontre, até porque se te visse na rua não te reconheceria em hipótese alguma, não tive tanto tempo assim para memorizar seus traços, como já mencionei, na hora nem sequer pensei muito: um estranho que cumprimenta uma estranha, com um sorriso. Tudo bem, isso é tão comum... Respondi educadamente, não sei se talvez transparecendo um pouco de surpresa, certa interrogação, mas de qualquer maneira, você simplesmente se foi.
Se o destino existe, quem sabe um dia qualquer, em uma esquina ao acaso, nos reencontremos. Só queria dizer que você ficou entre as minhas melhores recordações em meio a uma das piores épocas da minha vida. Obrigado, pelo sorriso e pela inspiração.

26 de maio de 2013

Dialética

Na falta de palavras próprias, faço da poesia de Vinicius de Moraes a minha tradução da realidade.

É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz

Mas acontece que eu sou triste...

8 de março de 2013

Com amor. . .


"Bento Gonçalves, 04 de novembro de 2011.

Querida futura eu, que daqui um ano estará lendo esta carta. Um ano realmente não é tanto tempo assim, mas são muitas as coisas que podem acontecer nesse tempo.
O futuro é tão incerto, e a verdade é que eu seria capaz de ficar pra sempre escrevendo. Mas será que quando eu receber esta carta continuarei com essa minha paixão pelas palavras?
Será que meus objetivos, ou ao menos parte deles já terão sido realizados? Quantas serão as pessoas que terão passado pela minha vida e quantas delas já não fazem mais parte do meu dia a dia? São tantos os questionamentos possíveis para se fazer depois de um ano inteiro vivido...
Mas espero que eu continue sendo feliz independente de qualquer coisa, espero que eu não tenha me decepcionado muito, sei o quanto isso machuca. E mais uma pergunta: eu continuo acreditando demais nas pessoas? Porque isso é um objetivo a mudar nesse momento.

Até daqui um ano, Juliana Gazola.

Boa sorte com a vida...”

15 de janeiro de 2013

Sobre quem somos. Ou acreditamos ser


E mais uma vez, como tem acontecido já há alguns anos desde que tenho este blog, venho aqui nesse dia para fazer aquele texto nostálgico, repensando toda minha vida e as coisas que aconteceram nesse último ano, e de alguma maneira involuntária, também pra relembrar aquelas velhas histórias e fatos de que há a cada ano mais responsabilidades, mais escolhas necessárias a serem feitas, e todos esses clichês que todos estão cansados de ler.
Mas a verdade é que hoje em especial, meu raciocínio tem seguido um rumo diferente: afinal, qual é o sentido de fazer e consequentemente, de comemorar aniversários? Eu hoje olhei-me no espelho, e não vi em lugar nenhum alguma mensagem subliminar avisando que até hoje, passaram-se dezessete verões de minha existência. Eu continuo a mesma de ontem à noite. A mesma de semana passada. Até mesmo do mês passado. Será?
Um ano. Foram trezentos e sessenta e seis dias de transformações. Quem eu era a um ano? Quem eu serei daqui mais alguns?
Acredito que como um rio, que a cada vez que nos depararmos com ele será um rio diferente, apesar de aparentemente tudo permanecer igual. Assim é nossa constituição mais profunda, tudo está constantemente mudando. Ás vezes há calmaria. Às vezes, tempestade. E continuamos sendo a mesma pessoa. Ou achando que somos.

1 de janeiro de 2013

1º de janeiro de 2013


É o primeiro dia do ano, e o primeiro da sua vida neste mundo, provavelmente tão grande visto da perspectiva de seus olhos ainda não acostumados com a imensidão de um mundo que passa longe de ser o País das Maravilhas cujo você estava acostumada.
Talvez você ainda esteja se sentindo na toca na qual você caiu ao tentar seguir um coelho que corria apressado, no exato momento em que você fica tão pequena a ponto de não conseguir alcançar a chave que está sobre a mesa, e que abriria a porta para que você tivesse acesso a um lugar encantado.
Devo lhe dizer que este não é o País das Maravilhas, como você já deve ter percebido, afinal, agora você precisa chorar na tentativa de que seus desejos sejam primeiramente compreendidos, e depois realizados.
Mas essa é somente a primeira fase das muitas que você enfrentará. Quando for capaz de realmente entender tudo isso, e histórias sobre o seu nascimento e sua infância forem contadas, você talvez não lembre, mas de qualquer maneira sentirá saudades de tudo que passou.

Esse pode não ser o mundo encantado que você sonhava, mas com certeza ele se tornou encantador com a sua presença. Bem-vinda, Maria Alice, linda da tia.

30 de outubro de 2012

As flores de plástico não morrem



Rosas, para dar ou receber de alguém especial. Ipê lilás, para encantar-se na primavera. Margaridas, para fazer bem me quer-mal me quer. Orquídeas, para maravilhar-se biologicamente. Jasmins brancos, para lembrar-se da infância. Cactos, para admirar com cuidado. Dente de Leão, para assoprar e ser feliz por alguns segundos.
As flores de plástico não morrem. Mas também não vivem.

25 de setembro de 2012

O êxito da loucura



Pessoas normais não vivem de verdade. Só pessoas verdadeiramente loucas terão que enfrentar crises de risos compulsivas que parecem surgir exatamente nas horas mais inoportunas, é preciso muita loucura pra chorar por semanas por um motivo fútil, mas que em sua mente insana parece significar o seu mundo inteiro. É necessário haver muita loucura também para se recuperar dos obstáculos que surgem no decorrer dos dias, e ainda mais loucura para acreditar que nada é por acaso. Seja louco o suficiente para amar e ser feliz em um mundo onde quase tudo parece te induzir a tristeza.
Faça a diferença. Pessoas normais não fazem história.

16 de julho de 2012

Quem se importa?



Às vezes, as pessoas só precisam de alguém que realmente se importe, que espere pela resposta da tão clichê pergunta: "tudo bem com você?" Alguém que esteja sempre torcendo pra que essa resposta seja positiva, mas principalmente, que ela seja sincera. E esta pessoa fará o possível para que tudo se transforme em sorrisos.
Um sorriso que não necessite nem de palavras, nem de explicações, porque quando este sorriso aparecer, você saberá que foi a causa dele, e que poderá fazê-lo ressurgir a qualquer momento.
Você sempre tem a chance de trazer à superfície alguém que se encontra no fundo do poço.
Você só precisa segurar bem firme a mão dela. E jamais soltá-la.

"Quem se importa, se ela precisa de carinho, se ela perdeu a direção... Quem se importa? Alguém deveria." 

21 de maio de 2012

Céu azul é o telhado do mundo inteiro


Soa tão bonita e tão esperançosa essa ideia de que existem bilhões de pessoas no mundo, e que nunca devemos sofrer por rejeições, conflitos ou brigas insignificantes causadas por uma dentre essas tantas pessoas existentes.
Mas por outro lado também é tão triste... Tantas pessoas incríveis andando sem rumo pelas ruas, e talvez se sintam tão invisíveis quanto qualquer outro. E nunca conheceremos nem a milésima parte dessas pessoas que poderiam mudar nossa vida em um piscar de olhos, em uma fração de sorriso.
Provavelmente com o objetivo principal de fazer com que ninguém desista dessa busca incansável pelo desconhecido, dizem que todos um dia conhecerão uma pessoa especial que vai nos completar – ou nos transbordar, se for o caso de alguém como eu que já se considera completa – mas a questão é que conheceremos alguém que é tudo que precisávamos.
Se essa pessoa realmente existe, talvez seja alguma espécie de conjunto de todas as qualidades encontradas em todos aqueles milhões de pessoas incríveis que nunca chegaremos a conhecer, talvez seja um “resumo” já pré-definido de tudo o que mais nos agrada.
Talvez nosso nome já esteja caligrafado em letras maiúsculas, no destino de outra pessoa.

“Por que a gente é desse jeito, criando conceito pra tudo que restou? (...) Céu azul é o telhado do mundo inteiro (...)” O Teatro Mágico.

3 de maio de 2012

Sobre estrelas e passado


"(...) até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas." Charles Chaplin.
O passado... Sempre usado como forma de “condenação”. Confesso que sempre fui adepta dessas frases clichês, nesse caso a que diz que não devemos (ou não deveríamos) viver do passado. Mas é impossível não questionar-se em alguns momentos da vida.
Afinal, nos tornamos quem queríamos ser? Quantos foram os sonhos que se realizaram e os que simplesmente deixamos de lado? Quando exatamente, deixamos de ser quem éramos e nos tornamos quem somos?
O que vai restar, e te assombrará quando menos esperar, serão os arrependimentos. Você vai se culpar pelas coisas que não deram certo, e por não ter se arriscado mais, seja por causa das decepções, ou por conta dos padrões de “certo” e “errado”. Mas é tudo tão relativo!
E o que vai ficar mesmo na memória, o que vai provocar as mais angustiantes saudades, serão as coisas mais simples que você nunca deu o devido valor.
Não deixe para perceber só no futuro o quanto seus dias foram mal vividos. Nunca se sabe quantos desses dias ainda temos pela frente, talvez não sejam tantos quanto imaginamos, e se demorarmos demais não tenhamos a oportunidade de sermos felizes como tanto desejamos.
E por favor, não se arrependa de nada. Tudo que você viveu até agora, define quem você é hoje, e todas as escolhas que está fazendo agora, te tornará melhor amanhã.

Até mesmo as mais brilhantes estrelas permanecem a bilhões de anos-luz no passado, e algumas delas nem mesmo existem mais. Mas temos a sorte de ainda podermos contemplá-las. Às vezes as consequências demoram a chegar aos nossos olhos. Só não deixe que seja tarde demais.

24 de abril de 2012

Uma canção é pra isso

Não é possível que restem sentimentos negativos onde houver uma música sendo tocada ou cantada. Ela não precisa estar no volume máximo pra que todos a escutem, e implorem silenciosamente (ou nem tão silenciosamente assim) pra que ela tenha fim.
A verdade é que no fundo do inconsciente de cada pessoa há uma música ecoando de maneira quase imperceptível, fazendo o possível para ser libertada e reproduzida para o mundo externo. Você só precisa dar vida a ela.
A música nasce dentro de você.

“Uma canção é pra acender o Sol
No coração da pessoa
Pra fazer brilhar como um farol
O som depois que ressoa...” Skank.

12 de abril de 2012

Tempo para acreditar

Talvez o mundo realmente esteja ao contrário, talvez sejam as pessoas que estão o enxergando de cabeça para baixo. Mas ninguém percebe, todos já estão acostumados com seus jeitos errados de viver. Mas afinal, quem sou eu pra julgar a forma que os outros escolheram levar, ou as vezes “empurrar” de maneira involuntária, suas vidas adiante? Apenas uma eterna inconformada, mas que apesar de tudo, decidiu acreditar
Acreditar na humanidade, nas pessoas em geral, acreditar que os erros não são castigos, e que nem sempre as coisas boas acontecem apenas pra quem merece, conformar-se que existe injustiça e nunca deixará de existir, mas acreditar que no final todos temos a escolha de sermos felizes independente de tudo.
Nunca deixe de acreditar na possibilidade de apaixonar-se pela vida.

Sempre é tempo para acreditar. E para viver o que acredita.


20 de março de 2012

Sorria

As bolhas de sabão já estouraram. Os amigos imaginários já partiram para viver suas próprias vidas imaginárias. Nuvens são apenas nuvens, não há mais nenhum animal escondido nelas. Acordamos cedo, mas já não é para assistir aos desenhos. Os livros agora contam histórias de outras pessoas, não mais as histórias dos nossos personagens criados e ilustrados por nós mesmos. As músicas que ouvíamos na infância agora são consideradas ridículas, somos adultos demais para ouvir aquilo. Aliás, somos adultos demais para quase tudo que antes nos fazia tão feliz. Talvez seja exatamente por isso que já não há tanta felicidade: somos adultos demais para sorrir.
É claro que no fim sempre resta um pouco disso tudo guardado em nós, o que falta é a inocência para colocarmos em prática a parte mais ingênua e indispensável de nossa vida: a simplicidade das lembranças.

1 de fevereiro de 2012

Sobre o tempo

Observe ao seu redor e verá quantas são as pessoas que ficam felizes por coisas tão simples, que em muitos casos podem passar até mesmo despercebidas, e quantas são as pessoas que simplesmente parecem não se alegrar com nada.
Descobrirá que noites insones às vezes, podem significar dias insanos, e que essas serão suas melhores lembranças. Mas mesmo assim, também é indispensável em algum momento parar e apenas admirar o que há ao seu redor.
É com o tempo que você percebe o quanto é importante levar a qualquer lugar sorrisos reservas, para quem estiver precisando de um pouco de alegria, e um brilho no olhar que contagia e parece fazer o mundo girar, dando sentido a qualquer vida que esteja necessitando de um pouco de motivação para seguir em frente.

Eu espero que nesse ano possa haver tempo. Afinal, é apenas através dele que alguns conhecimentos e experiências são adquiridos. É o tempo o único capaz de afastar o que nos aflinge e trazer novos motivos para sorrir.

“Por mais que a gente cresça, há sempre alguma coisa que a gente não consegue entender.” Engenheiros do Hawaii.

14 de janeiro de 2012

Eu tinha quase dezesseis...


Não costumo me apegar ao passado, ele sempre acaba machucando, de uma forma ou de outra. Se não machuca pelas memórias ruins, causa igualmente dor pelas memórias boas. O motivo, simplesmente por serem apenas lembranças, que não voltam mais, e que nunca tornarão a se repetir. Mas em dezesseis anos nostalgicamente vividos, às vezes é preciso permitir-se recordar.
A verdade é que a capacidade de nos lembrarmos das coisas é realmente incrível. Muitas vezes não lembramos fatos ocorridos na semana passada, mas lembramos exatamente de rostos e momentos que marcaram nossa infância, e essas são as lembranças que tornam-se parte de nós, e dificilmente serão esquecidas.
As pessoas que fazem parte de nossas recordações mais antigas, o quanto estavam querendo sempre nos mimar e com alguns sorrisos nos tornávamos o centro das atenções. Brincar até cansarmos, sem a responsabilidade que agora é indispensável, atitudes que não eram julgadas, éramos apenas crianças, e não entendíamos o valor das palavras, e o que elas podiam causar.
As “pessoas grandes” eram vistas como seres inatingíveis, embora na época nem soubéssemos o significado dessa palavra, e parecia que demoraríamos séculos para chegar à idade em que estavam. Os livros e cadernos antes usados para desenhar e rabiscar adquiriram novas funções. As palavras sinceras que eram ditas, agora na maioria das vezes não passam de mentiras. Os joelhos machucados viraram corações partidos. Os anos que antes eram mostrados e contados nos dedos, agora não caberiam nem que tivéssemos três mãos.
E ainda assim não víamos à hora de crescer e nos tornarmos adultos.

“...ninguém me compreendia, e eu não compreendia ninguém.” Nenhum de Nós.

Acredito que esse seja o texto mais pessoal, dramático e longo já escrito por mim e postado aqui no blog. E o mais difícil também. Há um bom tempo que escrevo sobre as outras pessoas: seus erros, acertos, atitudes, manias, defeitos. E posso dizer que isso passou a ser fácil pra mim, mas quando o assunto escrito é a primeira pessoa do singular - eu, as palavras certas misturam-se à outras, e voltamos a etapa inicial, quando as letras pareciam fazer parte de um verdadeiro enigma, e quando conseguíssemos juntá-las para formar o que elas estavam destinadas a ser, ou seja, as palavras, haveríamos descoberto um verdadeiro tesouro que ninguém jamais poderia nos roubar.

7 de janeiro de 2012

Não há nada de errado na solidão

Perguntas que possuem o silêncio como única forma de resposta.
Frases apagadas por inteiras e depois novamente reescritas pela metade.
Cenários e diálogos, criados na esperança da mais sincera representação da realidade, mas que nunca ultrapassam a imaginação e em alguns segundos serão esquecidos. Ou substituídos por outros ainda mais irreais.
E os mais temíveis confrontos continuam acontecendo dentro de você. E se você ignorá-los será derrotado apenas pela falta de coragem de enfrentá-los.
Mentes solitárias, pessoas corajosas.