4 de outubro de 2013

Pra lembrar quem eu sou, pra salvar o que ainda restou

A verdade é que tento escrever, mas nada descreve nem a milésima parte do que deveria ser realmente dito. São tantos os sentimentos que não é possível nomear nenhum deles, mas é provável que não passe de uma fase. Ou de uma vida inteira.
O nó que estava em minha garganta encontra-se agora no coração. Esse talvez tenha sido sempre o meu grande segredo: nada de coração partido, dilacerado, pisoteado. Meu coração está e provavelmente sempre estará inteiro. Seu único defeito é somente esse nó. O que ainda persiste é a esperança de transformá-lo em um laço.

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