10 de maio de 2010

Simples, ou como quiser que seja


E eu novamente volto a postar aqui, por mais que eu insista em resistir. Justifico isso, como um vício, sim, este blog, que eu tantas vezes julguei ser inútil e desanimador, agora é parte de mim, e sinto como se quando deixo de frequentá-lo, estou de certa forma abandonando uma parte de mim, uma parte de grande importância, uma parte que agora eu necessito tanto quanto preciso de ar, e mais ainda do que imaginei que precisasse.
E engana-se quem acha que vícios são exclusivamente coisas ruins. Os piores, ou mais indomáveis vícios, são as melhores coisas, o suficiente para se tornarem tão rotineiros a ponto de viciarmos.
São vícios simples como palavras, mas importantes como frases. Insignificantes como a solidão, mas importantes como à companhia. Sinceros como o simples ato de abraçar, ou complicados como o significado de necessitarmos tanto de compreensão.
Quem não sabe enfrentar os defeitos, não é digno das qualidades. Se você for perfeito demais, se tornará excessivo. Se for previsível demais, será cansativo.
É pra sempre. Desprezível.

Um comentário:

Franzé Oliveira disse...

Uma velha máxima
"Sei que nada sei"
Quem sabe?
Não sei
Sei que, realmente, não sei
Eu aprendo
É sempre um pouco
Um pouco a cada dia...
Cada vez que eu percebo que não sei
Eu acho graça
E acho graça também dos outros
Que pensam que sabem tudo!
E dos que sabem de que não sabem de nada
Estamos no mesmo barco
Quem sabe?