15 de março de 2015

Reflexões... Desta vez sobre uma porta

Mas afinal, o que pode haver de reflexivo em um objeto concreto, morto, estático, que nem mesmo “existe”? (Ou seja, não é capaz de perguntar-se sobre sua própria existência, filosoficamente falando).
Pois onde há pessoas, há interação (até mesmo com uma porta) e, consequentemente, há reflexão. 
Então, imaginemos a seguinte situação: a porta estava aberta, até que uma corrente de vento a fecha, involuntariamente. A partir de então, todas as pessoas que chegarem e por ela passarem para entrar nesta sala, onde em breve começará a minha aula (e a de mais sessenta e quatro pessoas), fecha a porta, deixando-a da maneira que encontrou ao chegar. Isso sem nunca imaginar que minutos antes ela estava aberta e um pequeno acontecimento, ao acaso, foi capaz de mudar toda uma sequência de fatos.

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